Todos sabemos
que ler é umas das melhores coisas do mundo, porém nós leitores não seríamos
nada sem os escritores (óbvio), alguns autores escrevem aqueles livros
extremamente fantásticos, já outros ... não posso dizer o mesmo. Sempre tem
aquele livro na estante que você nunca sequer mexeu nele por falta de vontade
e aqui vai uma dica, se você tem um desses livros abaixo na sua estante, não
perca seu tempo lendo.
O primeiro
livro se chama O ATENEU,
escrito pelo escritor Raul Pompéia, o livro fala sobre um jovem que
possui uma personalidade muito sensível e que se transformou em um critico impiedoso do que viveu na adolescência que foi passada em um colégio interno,
lá ele faz amizades, inimizades e essas coisas. O texto é em primeira
pessoa e narrado por Sérgio, o internato se chama Ateneu, um ambiente corrupto e moralista,
sendo dirigido pelo Dr. Aristarco, um homem que visava apenas o lucro e o ganho
de bens materiais. A cena pioneira do romance relata a ida do jovem para o
internato. Seu pai o leva de encontro a um novo ambiente. Ele irá encontrar
novas pessoas, até então imaturas nas suas ações, e Sérgio deve “encontrar o
mundo” como afirmava o pai. É a típica cena de paternidade da época: o pai
anseia em ver o filho pródigo com um futuro promissor, procura um internato
para enquadrá-lo às cobranças de um mundo exigente e esmagador. “Coragem para a
luta”, dizia seu pai. Esse livro é tão tedioso que eu não consegui
passar da metade do livro, eu começava a ler já pensando que horas
que eu ia sair dali. Argh, foi horrível, não recomendo ler
esse livro, jamais.
O próximo livro se chama poliana, nossa que livro chato, se não for pior que ''O Ateneu'' não digo nada, Poliana ou Pollyanna
foi um livro escrito pela Eleanor H. Porter, o livro retrata a história de uma menina de onze anos, filha de
um missionário pobre, que após ficar órfã, vai morar em outra cidade com uma
tia rica, rígida e severa, à qual não conhecia previamente. Pollyanna ensina às
pessoas de sua relação na nova comunidade o jogo do contente, que havia
aprendido com seu pai no dia em que esperava ganhar uma boneca e recebeu um par
de muletinhas. Seu pai lhe explicou que não existia nada que não pudesse ter
dentro qualquer coisa capaz de nos fazer contentes, e ela então ficou contente
por não precisar das muletinhas. E depois desse dia, criou o jogo de procurar
em tudo que há ou acontece, alguma coisa que a faça contente, e o ensina sempre
que encontra alguém triste, aborrecido ou mal-humorado. Ou seja pra ela nunca
havia dia triste, por que em mínimas coisas ela via positividade, por
mais horrível que fosse o momento. Eu ganhei ele de presente da minha
tia e logo depois ela me deu o ''Poliana
Moça'', obviamente eu não li, se eu odiei o
primeiro não é lendo o segundo que eu vou morrer de amores.
E o último de
todos que foi um sacrifício ter que terminar de ler é escrito
pelo OZ, AMOS, e se chama
''De Repente, Nas Profundezas Do
Bosque''. É um livro tão monótomo que nossa, e também muito
estranho, sim o livro além de chato e parado é estranho.
Sinopse: Uma pequena aldeia atravessada por um rio cristalino e rodeada por um bosque frondoso tem uma particularidade insólita: não há nela nem um único animal. Nem animais domésticos, nem silvestres; nem peixes, nem aves; nem mesmo insetos de qualquer espécie perturbam a monotonia da vida dos aldeões.
Na escola local, uma professora solteirona fala sobre os bichos que existiram outrora (cachorros, peixes, pardais) e provoca o riso em seus alunos, pois eles aprenderam em casa que tais seres são mitos dos quais nem é bom falar, para não acabar como o pobre Nimi, garoto que contraiu a “doença do relincho” e agora se comporta como um potro.
Mas dois garotos, Mati e sua amiga Maia, não se conformam com os rodeios e as histórias mal contadas dos adultos e resolvem investigar por conta própria, desafiando a proibição de entrar no bosque, onde reina o temível Nehi, o demônio das montanhas. Depois dessa aventura, nenhum dos dois será o mais do mesmo — nem a aldeia. Numa linguagem desenvolta, plena de humor e sutileza, Oz nos envolve num universo assombroso e fascinante, exaltando o poder do conhecimento, da independência de espírito e da ética pessoal contra as idéias feitas que perpetuam a discriminação, a intolerância, a opressão.
Não há, portanto, solução de continuidade entre a empenhada literatura “adulta” do escritor e esta que ele definiu propriamente como “uma fábula para todas as idades”.
Sinopse: Uma pequena aldeia atravessada por um rio cristalino e rodeada por um bosque frondoso tem uma particularidade insólita: não há nela nem um único animal. Nem animais domésticos, nem silvestres; nem peixes, nem aves; nem mesmo insetos de qualquer espécie perturbam a monotonia da vida dos aldeões.
Na escola local, uma professora solteirona fala sobre os bichos que existiram outrora (cachorros, peixes, pardais) e provoca o riso em seus alunos, pois eles aprenderam em casa que tais seres são mitos dos quais nem é bom falar, para não acabar como o pobre Nimi, garoto que contraiu a “doença do relincho” e agora se comporta como um potro.
Mas dois garotos, Mati e sua amiga Maia, não se conformam com os rodeios e as histórias mal contadas dos adultos e resolvem investigar por conta própria, desafiando a proibição de entrar no bosque, onde reina o temível Nehi, o demônio das montanhas. Depois dessa aventura, nenhum dos dois será o mais do mesmo — nem a aldeia. Numa linguagem desenvolta, plena de humor e sutileza, Oz nos envolve num universo assombroso e fascinante, exaltando o poder do conhecimento, da independência de espírito e da ética pessoal contra as idéias feitas que perpetuam a discriminação, a intolerância, a opressão.
Não há, portanto, solução de continuidade entre a empenhada literatura “adulta” do escritor e esta que ele definiu propriamente como “uma fábula para todas as idades”.
Enfim, cada um tem um gosto literário, isso é apenas minha opinião, tem pessoas que gostam desses livros e outras não - como eu - e é isso, cada um com seu gosto e sua opinião!!



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